Segundo sistema visual da marca. Terracota sobre preto, tipografia pesada em caixa alta e serifada itálica como alma. Nome provisório — a identidade funciona com qualquer um dos três candidatos.
O fundo não é preto chapado: é um gradiente que desce ao preto pleno aos 42%, com o calor concentrado no topo. Isso dá profundidade sem escurecer o texto — e faz a terracota do título ganhar força, porque ela deixa de competir com o fundo.
Peso e caixa alta para o impacto. Humanista para a leitura. E a serifada itálica só onde há alma — é ela que impede a marca de virar mais um infoproduto.
Todos construídos com as fontes do sistema — sem tipografia externa. Isso garante coerência e permite aplicar em qualquer peça sem arquivo especial.
Cada post entregue em feed 1080×1350 e story 1080×1920. Mesma composição, respiro ajustado — a story ganha ar em cima e embaixo para não colidir com a interface do Instagram.
As que ninguém percebeu tomando. A conversa adiada. O perdão não pedido. O "depois a gente resolve".
Toda semana, uma aula nova. Toda sexta, 30 minutos entre vocês dois. É isso que muda uma casa.
As que ninguém percebeu tomando. A conversa adiada. O perdão não pedido. O "depois a gente resolve".
Toda semana, uma aula nova. Toda sexta, 30 minutos entre vocês dois. É isso que muda uma casa.
Estrutura fixa: capa → conteúdo → conteúdo → chamada. O último card sempre em terracota sólida — o corte de cor sinaliza o fim e destaca o CTA.
Vocês não brigam por causa do valor. Brigam porque nunca decidiram juntos o que é prioridade.
Aquilo que já foi "resolvido", mas volta em toda discussão. Não foi resolvido. Foi enterrado vivo.
Um roteiro novo por semana, dentro da comunidade.
Já foram no retiro. Já leram o livro. Já anotaram. E três semanas depois estava tudo igual.
Curso tem fim. Casa tem manutenção — e alguém percebendo quando você some.
Uma hora com o pastor, toda semana do ano.